Posts Tagged “punk”
 © CAPITÃO FANTASMA
No passado dia 14 de Novembro, no Man’s Ruin, em Cacilhas, foi dia de PUNKABILLY (sim inventei agora mesmo este termo). Mas, citando Brian Stezer, ex-STRAY CATS, há muito tempo a solo com a sua orquestra (desde 1992) que encanta os “japs” e mistura rock ‘n’ roll, jump blues, rockabilly e swing:
“There’s neo rockabilly
there’s pysco-rockabilly
there’s starbucks orange country rockabilly
there’s euro-ja-ja-wir-machen-rockin rockabilly
influenced rockabilly
there’s australian-shrimp-on-the-barbie-carry-your-surfboard-to-sears-to-buy-your-rolled-up-levi’s rockabilly
there’s rock-a-johnny rocka-a-sally rock-a-hillbilly
its all so stupid and its just plain silly”
 © THE LEVITIES
Portanto, eu posso dizer que a noite era de PUNKABILLY (é mesmo só mais uma etiqueta), uma vez que alguns misturam tudo para dar à sopa um saber agradável. A noite era dos THE CREEPSHOW, que por razões que se ignoram, no dia do espectáculo não se dignaram a pisar o palco do MAN’S RUIN e deram às de Vila Diogo onde quer que estivessem para lugar incerto… À pressa lá teve o Emanuel que ir buscar uns rapazes que até se portaram bem. Disseram que tocavam Punk e que se chamavam THE LEVITIES, e é tudo verdade, palavra de escuteiro, apesar de eu achar que deviam ter um elemento só dedicado às vozes, muito mais maluco que o guitarrista que faz o serviço. Sempre dava outro movimento à coisa. Têm uma guitarrista, o que é engraçado, mas à excepção do baixista, todos se mexem pouquinho, apesar de soarem bem. Pronto já disse: arranjem um vocalista e mexam-se em palco, porque o resto já têm!
 © THE RACOONS
Contudo, a noite começou, com THE RACOONS, outra banda nacional que, por sinal, tem nome idêntico a outra do Canadá e tem um som baseado no Blues/Rock e são fãs de ELVIS e THE RAMONES. Por mim está bem, apesar de achar que ainda não comeram muito pão duro e que, por isso, soaram um pouco moles! Contudo, tiveram ainda “the balls” para entoarem: R.A.M.O.N.E.S., dos nossos amigos MOTORHEAD (Lemmy is God!”) com micro a +/- 30 graus e tudo!
 © JORGE BRUTO (CF)
A noite acabou, como não devia, mas acabou muito bem. Não estavam os THE CREEPSHOW, pelo que coube aos CAPITÃO FANTASMA encerrar a noite com uma lista de hits do Rockabilly nacional, desde, King Machado, até Lisboa em Chamas, passando por Cruela e tudo o mais que a malta adora ouvir e cantar, empurrando-se sofregamente junto ao palco. Os CAPITÃO deviam ter sido promovidos nessa noite a MAJORES, pelo menos. Deram um espectáculo e tanto… muito bom mesmo. Todos se divertiram, dançando, bebendo, e alguns quase que se esmurrando. Daí a merecida promoção. Não consta que os tivessem promovido. Mas, com os poderes de que me encontro investido neste momento, 2:34 da manhã do Domingo, em que vou fotografar mais uma edição da MARCH OF METAL FEST, promovo os CAPITÃO FANTASMA a MAJOR FANTASMA.
E, por agora é tudo, que eu não tempo para estas cenas!
Vão mas é ler livros e assim…
Tags: CAPITÃO FANTASMA, concertos, punk, ROCKABILLY, THE LEVITIES, THE RACOONS
6 Comentários »
Sou um retardatário no que concerne a colocação on-line de artigos sobre acontecimentos que fotografei. Não por culpa própria, mas do sistema! O sistema que me obriga a trabalhar para sobreviver e poder pagar as contas que ferozmente galopam, quais equídeos de crinas ao vento, tentando alcançar o topo da montanha que nos conduza à pobreza generalizada e à extinção da classe que paga impostos. Além do mais é sempre mais conveniente culpar o sistema. Por isso: “Fuck the System”! É no sistema que encontramos a corrupção politica, a violência da polícia, as guerras, ou a religião. E os outros: os deserdados e os que para lá caminham.
Onde estavam vocês em 77? Eu estava no liceu e pouco tempo depois começava a aperceber-me do movimento Punk, com os Sex Pistols, Ramones, The Damned, etc. Em finais dos anos 70, 1979, Wattie Buchan um ex-soldado ao serviço de Sua Majestade, associou-se a John Duncan e mais dois magarefes para formarem THE EXPLOITED, banda da área do Punk Rock e que hoje, usando as etiquetas, anda mais para os lados do Trash Punk, mas que sempre centrou os seus textos na luta contra a corrupção o clientelismo e outros males do “sistema”. Assim sendo: “Fuck the System”! A expressão é o título de uma das canções mais badaladas dos THE EXPLOITED e tem na última estrofe tudo por aquilo por que a banda sempre lutou:
“Thousands of homeless
And more each day
The misery continues
It’s the government way
Fuck the government! ”
Olhem, se querem saber, eu acho até que a canção foi urdida pensando em Portugal!!!
Os THE EXPLOITED estiveram pela terceira vez em Portugal, no Man’s Ruin Bar, em Almada, Cacilhas, gritando “Fuck the System”, “Fuck the USA”, tendo como prólogos os MORDAÇA e os SUBCAOS, agora regressados aos palcos. Duas bandas nacionais que cumpriram o seu papel. Quando, contudo, vi acercarem-se do palco os membros dos SUBCAOS, fiquei com a estranha sensação de ia assistir a uma actuação dos DAWNRIDER… Não, não estava enganado: os músicos eram os mesmos dos DAWNRIDER!!! Durante o extraordinário espectáculo que deram, pude verificar a vasta legião de fans que esta banda de Lisboa ainda mantém e a forma veemente como interagem entre si. Creio que nos DAWNRIDER/SUBCAOS, militam dos melhores músicos da área do Metal/Trash/Punk nacional. E digo isto depois de os ver e ouvir num e noutro registo: metal e punk. O show não desenganou ninguém e o suor e a cerveja começaram a fazer-se notar. Tal como antes do inicio da função “XIKURO”, vocalista, me tinha feito notar: “Ali no palco não estar ninguém quieto!” E Não esteve!
Antes dos SUBCAOS tinham já actuado os MORDAÇA, que com casa méis, se esforçaram por dar o tom à noite. Hardcore da velha guarda, não fossem ele de Linda-a-Velha! Rolam desde 2005 e têm já uma falange de seguidores de se lhe tirar o chapéu. Têm muito boa presença em palco e estão aí para durar.
Naturalmente, que o que se aguardava com ansiedade era Wattie e “sus muchachos”, que na noite anterior haviam tido em Lisboa uma escaramuça, de que resultaram vários pontos na cabeça de Wattie e do irmão Willie! Nada de mais para cabeças que, além de rapadas, se pelam por uma boa briga e que, ao longo dos anos, fruto da sua, errada, conotação ao nazismo, têm tido oportunidade de abrir e ser abertas!
A prova de que o Punk não morreu esteve ali no Man’s Ruin. Desde o primeiro até ao último segundo: agressividade, ritmo e velocidade, irreverência e provocação. O espírito de 77 esteve sempre ali. De tal forma que, se com os SUBCAOS ainda consegui chegar perto do palco, com os THE EXPLOITED, foi totalmente impossível: os corpos nus e suados chocavam entre si, copos em riste que derramavam cerveja, bocas que gritavam canções, uma após outra, que arreganhavam os dentes de contentamento e o som que penetrava pesado e agudo, ouvidos adentro daquela massa humana, que se acotovelava junto ao estrado. Por isso, apenas algumas vezes me arrisquei a ir junto do palco.
Não obstante, no final, penso ter ficado um resultado positivo: boa música e boas fotos!
Punk’s Not Dead!
Tags: concertos, Exploited, Mordaça, punk, Subcaos
4 Comentários »
Hoje é dia de consumar mais um prometimento. Não de me arrastar até Fátima pela berma das estradas nacionais, aguentando sol ou chuva, vento ou frio. Poderia fazê-lo como prova desportiva, nunca como uma aparência de fé, que não possuo, obviamente, como, aliás, já sabem.
Um dia, escrevi aqui que sou, isso sim, um “peregrino do rock”. Não cuido que a minha fé alguma vez me leve a Fátima, lá ao santuário de todas as preces e curas milagrosas, que o avanço da medicina por vezes consegue satisfazer. A minha crença e os meus santuários são de outra ordem. A minha convicção é no homem que se atavia e nas prolificações da sua mente martirizada, pela elementar complexidade da vida.
Hodiernamente, como diria uma Colega de profissão, como outrora, a mente e o corpo carecem de libertação. Anárquica, Talvez, porque não. A liberdade dentro do espartilho da minha começa onde acaba a tua, não é mais do que um espartilho urdido pela ditadura das democracias ocidentais.
Dito isto, e porque a hora é de solene comprometimento na consumação da jura que fiz aos meus visitantes (2 ou 3, que sejam), passo a enunciar o teor da peregrinação do passado dia 2 ao Man’s Ruin Bar, em Cacilhas, Almada, mesmo em frente ao Tejo.
Por ali passaram três bandas, que começaram a animar a tarde por volta das 18.15. Melhor será dizer noite, porque as tardes agora são menores que os milagres de Fátima.
Depois de ter esperado, dormente, admirando o terminal “fluviorodoviário” de Cacilhas, em obras, lá dei por mim transpondo a entrada do Man’s Ruin, embrenhando-me na penumbra que anunciava os luso-britânicos KILLING SEYMOUR, banda convidada. Estes e os cabeças de cartaz, DEMENTED ARE GO, anunciam-se como grupos do chamado Psychobilly, se quiserem uma mistura de Rockabilly e Punk Rock. Etiquetas à parte, a sua actuação começou a aquecer os presentes que se preparavam para os MCKENZIES. Fosse como fosse, a cerveja corria e a malta começou a mexer-se.
Contudo, a noite só aqueceu verdadeiramente com os REAL MCKENZIES que se orgulham de usar os seus Kilts e permitir às miúdas dar um espreitadela para ver o material de que são feitos. São do Canadá, orgulham-se da sua herança escocesa e são a modo que uns bardos Celtas modernos, armados de guitarras, bateria e gaita-de-foles!!!
Bebem, basicamente, scotch e alguma cerveja, caldeada com fumo e a alegria de quem faz Punk Rock há alguns anos, 1995, se não me engano. Com estes a noite aqueceu efectivamente. Transpirava-se, bebia-se e o chão junto ao palco começou a ficar pegajoso, tornando-se mais difícil a locomoção para fotografar. Mas, para o fotógrafo este ainda é o menor dos males. Quem segura uma camera com flash acoplado e pesa cerca de 2 quilos, não é fácil aguentar-se ao moche dos convivas mais animados. O facto é que os MCKENZIES colocaram o sítio em alvoroço e a loucura foi-se apoderando dos presentes, que imitaram a banda e começaram a despir-se (da cintura para cima bem entendido), excepto as meninas. Nunca percebi porque não se despem também. Devem ter algo para mostrar que ninguém sabe o que é ou ninguém viu!!! Vá lá, não se envergonhem…
Depois de bastas vezes terem colocado a garrafa de scotch aos queixos os MCKENZIES terminaram em grande e lá foram rumo a Praga, próxima paragem, de gaita de baixo do braço… a de foles!
Com os DEMENTE ARE GO, a demência apoderou-se dos presentes e o estertor da morte iniciou ali um baile desenfreado de dança, moche, encontrões e sei lá que mais. O fotógrafo aguentou-se bem, mesmo quando um morto-vivo se atirou contra si, à traição, e o flash e a máquina fotográfica se separaram em dois e as baterias saltaram para cima do palco. Foi um momento de grande emoção, devo confessar, ver assim o meu material. A Nikon revelou-se de boa qualidade e o Metz, ao qual saltou a sapata, também. Peças montadas de novo e de novo fotos para o povo ver.
A festa terminou antes da meia-noite, como requer a lei do ruído. Sim, senhor primeiro-ministro.
Com os MCKENZIES e os DEMENTED até eu entrei na festa e abanei a anca, pois o som era isso que pedia.
Sem querer dar de barato a actuação dos KILLING SEYMOUR, REAL MCKENZIES e DEMENTE ARE GO, foram dois grandes espectáculos, o quem só abona a favor das bandas e do local onde tiveram lugar. Parabéns à HELL XIS AGENCY que tem trazido cá ao burgo música mais underground, para um público especifico e interessado.
As fotos ficam por aí! A música também. Explorem!
Tags: Demented Are Go, Killing Seymour, Man's Ruin Bar, Psychobilly, punk, Real Mckenzies
2 Comentários »
No dia 24 de Março, teve lugar no Lótus Bar em Cascais, mais um concerto demonstrativo de, que, efectivamente, 31 anos depois, o punk não morreu! Do cartaz constavam três bandas portuguesas: Enfrascados, Dalai Lume e Decreto 77. A cereja no topo do bolo era constituída pelos norte-americanos Dwarves que, depois de terem actuado em Coimbra, vieram mais a sul demonstrar a sua vitalidade e confirmar que o “Punk is not Dead”, apesar de no seu registo, datado de 2004, proclamarem que “The Dwarves Must Die”. Depois de quase 22 anos de carreira, foi a primeira ve z que os “Dwarves” pisaram solo nacional e logo com uma actuação que, por certo, lhes ficará na memória.
Bom, comecemos pelo princípio, como é da praxe!
Os moços “Enfrascados” abriram a noite e, apesar de estarem no bom caminho, fiquei com a ideia de que, além de não terem feito jus ao nome, porque não estavam efectivamente, “enfrascados”, ainda têm um longo caminho a percorrer, no sentido de apurarem a sua sonoridade, apesar dos quatro rapazes de Cascais terem todos os ingredientes para singrar no meio punk nacional: atitude e vontade! Sendo filhos de Cascais e apesar do recinto estar ainda muito vazio à hora a que começaram a actuar, cerca das 22.30, sempre se foram ouvindo alguns fãs fazer coro com a banda. No final e após uns rápidos sete temas, saldou-se a sua prestação por um aceitável aquecimento, para o que havia de vir depois deste bons aprendizes de feiticeiro.
Formados em 2006, os “Dalai Lume”, têm rodado insistentemente no circuito dos concertos, o que constitui uma experiencia que lhes permite apresentar um som mais apurado e consistente, com letras corrosivas, “anti-sistema”, com uma acérrima critica social, como em “As moscas mudam” ou “Portugal”. Têm uma abnegada legião de fãs que não se coibiu de os apoiar durante a sua actuação, ao mesmo tempo que auxiliava Zorb nos refrães. 2008 poderá vir a ser um ano decisivo para os “Dalai Lume” se afirmarem definitivamente, como uma das cenas maiores no panorama do punk rock nacional.
Após um pequeno interlúdio para recompor o palco, aparecem os “Decreto 77”. Andam nesta vida de punk roqueiros desde 2003 e constituíram mais um dos ideais aperitivos que abriram as portas aos “Dwarves”, para uma noite suada e regada a preceito. A história dos “Decreto 77” está repleta de incidentes e até de um pouco de infortúnio. Não obstante, têm tido a oportunidade de tocar com bandas de várias tendências, desde o punk ao Ska passando pelo Metal. 2008 poderá também ser um ano decisivo, no sentido de incrementarem o seu exército de seguidores e cantarem mais alto a sua paixão pela liberdade e pelos princípios que advogam. Têm vindo a editar os seus temas em split-cd e o seu som é o que mais se aproxima de uma banda a quem apenas falta a sorte lançar o seu primeiro longa duração (como se dizia antigamente) em nome próprio, o que, aliás, penso que já merecem.
Depois dos cerca de 30 minutos em palco, os “Decreto 77”, fizeram as malas e juntaram-se ao público que enchia já o Lótus, aguardando que o palanque fosse colocado em ordem para receber os esperados “Dwarves”. Estes já quarentões apareceram enquanto teenagers como band punk, em Chicago, sob o nome de “The Suburban Nightmare” na segunda metade dos anos oitenta. Foram sendo conhecidos pelos seus temas, simples, ruidosos, e no entanto, repletos de nuances, tendo nos seus últimos trabalhos feito uma aproximação ao pop-funk, em detrimento do punk/hardcore original.
Umas das características das suas apresentações ao vivo é a já sua lendária agressividade em palco, protagonizando escaramuças (algumas violentas) com a audiência e até mesmo com a policia. A questão que todos se colocavam era: “Vai haver porrada?” Eu perguntava-me se “He Who Cannot Be Named” apareceria envergando a sua tanga ou todo nú! Este e Blag Dahlia têm sido ao longo dos tempos o núcleo duro do grupo que se apresentou em Cascais.
Palco devidamente arrumado, surgiu de tanga “He Who Cannot Be Named”, seguido dos restantes membros da banda que iniciaram desde logo as hostilidades. Empurrão daqui, empurrão dali, copo a mais, copo a menos, muito contacto físico entre a banda e a audiência e, a meio do segundo tema, já “He Who Cannot Be Named” tinha sido projectado para cima da bateria de Gregory Pecker!!! Quedaram-se mudos os instrumentos, ouvem-se alto os gritos e ameaças e a banda saiu do palco, coberto de cerveja! A pronta intervenção da organização ajudou a acalmar os espíritos mais inquietos e nervosos, até que depois das habituais cenas de dois ou três a agarrarem um mais furioso, as coisas acalmaram e a banda regressou, com Blag gritando: “Yeah, Rock’n’Roll”. A partir dali foi um desfilar de temas a grande velocidade, em que sempre esteve presente uma enérgica interacção entre o público e a banda, mas sem extremismos!
A actuação terminou quando “He Who Cannot Be Named”, que aqui vêem na foto à esquerda, se atirou deliberadamente para cima da bateria!!!
Para muitos ver os “Dwarves” ao vivo foi por certo o concretizar de um sonho. Para mim foi uma noite divertidíssima, repleta de energia, demonstrativa de que o punk está aí para durar.
Discografia “Dwarves”
Horror Stories LP (Voxx Records, 1986, VXS 200.037)
Toolin’ For A Warm Teabag LP (Nasty Gash Records, 1988, NG 001)
Blood Guts & Pussy LP (Sub Pop, 1990, SP 67)
Lucifer’s Crank 7″ EP (Rough Trade No.6 (Karbon), 1991, KAR 13/7)
Thank Heaven For Little Girls LP (Sub Pop, 1991, SP 126)
Sugarfix LP (Sub Pop, 1993, SP 197)
The Dwarves Are Young and Good Looking LP (Theologian Records, 1997, T53)
Free Cocaine DLP (Recess Records, 1999, RECESS #51) (singles)
Lick It DLP (Recess Records, 1999, RECESS #52)
The Dwarves Come Clean LP (Epitaph Records, 2000, 86575 1)
How To Win Friends And Influence People (Reptilian Records, 2001, REP 068)
The Dwarves Must Die (2004)
Fuck You Up And Get Live DVD (2004)
Greedy Boot 1 (2005) – só disponivel no site
FEFU DVD (2006)
Texto e Fotos: Arlindo Pinto
Fonte: www.hardheavy.com
Tags: 2008, bar, cascais, concertos, dalai-lume, decreto 77, dwarves, enfrascados, lotus, punk
Sem Comentários »
|
|