Posts Tagged “Neil Young”

Foto: Noel (Neil Young Summer Tour 2008)

Nesta altura, e isto imodestamente cuido eu, devem andar a pensar “o que se passará do lado de lá do ecrã”, do 70-200.net!

Bom, muitas e variadas coisas:

Entrei finalmente, de papel passado e aquiescido por um Sr. Dr. Juiz e uma Sr.ª Magistrada do Ministério Público, no rol dos pais 26-4 (ou seja 26 dias com a mãe 4 com o pai, por mês), pelo que estou a pensar em congregar-me à associação do mesmo nome (www.serpai.no.sapo.pt). Não que isso tenha qualquer efeito prático, seja no que for, mas unicamente para sentir que também pertenço a um rebanho, algo que parece obrigatório e inerente à espécie humana… O mais aborrecido é depois ter que ter um líder… Como sabem só os rebanhos carecem de lideres! Vocês vejam se andam no rebanho certo e se o líder luta pelos altos interesses, de tão apático e passivo ajuntamento de animais lanígeros.

Finalmente vou, tudo indica, mudar de ares, apesar de continuar a dar noticias por aqui, naturalmente. É, vou mudar de tugúrio e passar a jantar na sopa dos pobres, ali para Almirante Reis, em Lisboa. Valha-me o facto de, a fim de evitar incómodas deslocações e horas nos transportes públicos, que na Amadora, terra muito falada devido a assassinatos, roubos e outras tropelias, que ocorrem noutros municípios, também distribui, ao que sei, umas sopitas, pelo que nada temo em matéria alimentar. Vou apenas pedir ao director das sopas, que me façam o favor de a passar, quando for de legumes. Não me agradam nada os talos das couves assim a boiar na tigela já dentada, por certo em momento de sôfrega ingestão de outro qualquer desabrigado. Ler o resto desta entrada »

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Neil Young - Here for youHá uma terra no norte do país onde os dias da infância eram eternos. Os montes erguiam-se verdes por entre a neblina da manhã. Entre a quinta e o povo, uns metros agora anulados pelo casario crescente da imigração regressada ou da imigração indecisa entre o ficar desinquieto e o regresso ao remanso.
Do alto do meu castelo avistava a aldeia vizinha e os pinheiros verdes, com um ribeiro ao fundo que corria célere e carregado. Entre o ribeiro e os pinheiros, uma estrada de terra batida e gravilha solta, serpenteava pelas encostas acidentadas.
Junto às muralhas, a vinha. Os cereais ao fundo, junto à estrada que o santo vigia dia e noite, e os legumes mais acima na várzea pequena. Em todos eles procurávamos, e encontrávamos, o sustento da vida. Depois da vindima e da ceifa. Do lagar e das cantorias dos homens rudes do campo, com um olhar de criança curiosa perante o visitante ocasional. Do mosto e do bagaço. Da matança do porco e dos guinchos desesperados do animal estendido na mesa Ler o resto desta entrada »

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Fotografia ♦ Photography
Fotografia e Textos de © Arlindo Pinto, excepto onde indicado.
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