sem ponto finalO segundo livro e o primeiro romance de Julieta Ferreira, é de leitura obrigatória para quem aposte nos novos autores nacionais, de qualidade. A Julieta é capaz de uma escrita de nível superior, mas sem dificuldades na leitura. Brilhantemente simples, diria. Simples e bela. Uma escrita feminina, erótica por vezes, que tem como destinatários homens e mulheres dispostos a conhecerem melhor o sexo oposto. Se não lerem ficam a perder…
Além do mais, este livro tem como autor da capa (concepção e fotografia) este vosso amigo, o que só por si acrescenta à obra um valor que, modestamente, classificaria de incalculável!!!
Para aguçar o apetite, aqui fica a bem escrita sinopse que acompanha o livro:

Marta é uma mulher diferente. Distinta do comum dos mortais, pela forma como conduz a sua vida e, contudo, igual a tantos, ao procurar resposta para a eterna questão: o que é o amor?
Constantemente debatendo-se com a sua identidade, abafa no sexo descomplexado a angústia da sua existência. Soma conquistas como se de uma predadora se tratasse. É honesta nas suas convicções e nos seus sentimentos. Reflecte sobre problemas sociais, desprezando a hipocrisia daqueles que transformam em tabu alguns dos assuntos que se prendem com o lado animal do Homem.
De entre as suas amigas, algumas preocupadas com a sua maneira de ser e estar, Marta é a que consegue transformar em falácia o desabafo de muitas mulheres que, tal como ela, procuram o amor, mas nada fazem para o encontrar, esperando que um dia lhes bata à porta e que persistem em afirmar que “os homens são todos iguais”.
Marta passa pela vida, questionando-se e questionando os homens com quem se relaciona: Pedro, Eduardo, João… Que procura ela em cada um deles? Com qual destes homens pode ela encontrar-se?
João é o único a não reclamar sexo, mas apenas amizade, conhecimento mútuo; algo mais do que uma experiência sexual inócua, apenas por puro instinto. Talvez esteja aqui o amor, que Marta procura e assim conheça a sua cruzada um ponto final. Ou não!

Uma Resposta a “sem ponto final”
  1. Obrigada Arlindo, pela publicidade ao meu romance e palavras tão lisonjeiras acerca da minha escrita. Sem dúvida que a capa, concebida por ti, veio dar maior valor à obra! :)
    Beijos.

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