Presidenciais. O quê? O que é isso?
O Desemprego. Como?
O lixo na rua. Hã?
Lançar beatas, invólucros de tabaco, garrafas de água, cassetes (CD ainda não vi, sou sincero) do veículo em andamento. Who cares?
O efeito estufa. A estufa fria? Get out of here!
A questão do momento a que urge dar resposta, sob pena de colapso nacional, de incremento significativo das nauseas e mal estar geral (género gripe), das depressões e, por tal motivo, das ausências ao trabalho, é “QUEM MATOU O ANTÓNIO?”!
Gaita, eu nem sei quem era o António! Como é que isto me passou? Logo o António. Devia ser importante, mesmo famoso. Do mundo da polítiquisse ou das artes, por certo. Mas esta minha mania de não ler o Correio da Manhã e o 24 horas, sabia que um dia havia de sair-me cara.” Cá se fazem cá se pagam!”
Seria um escritor, algum benfeitor, um mecenas das artes… ou não. Talvez um pobre diabo (ou só diabo) que não pagou ao fisco e andava fugido à judite!
Isto atormenta-me. Quem diabo era o António? De certo não era o Fagundes. Se fosse este eu teria ouvido qualquer coisa e já poderia comungar em paz com o rebanho da insóluvel interrogação: “quem matou o António?”
Alguém há-de descobrir. A judite nestas coisa não falha, mesmo que não apareça o corpo do delito!
Resta-me atormentar-te, desgrenhar-me, roer-me até que o mistério se desvende e a coisa se torne pública. Há-de aparecer nas publicações especializadas no crime e castigo ou na 4! Se houve crime houve sangue (em princípio) e, se houve sangue, a 4 vai estar onde quer que seja no momento próprio, segundo os seus princípios deontológicos, naturalmente: “Então era irmã da vitima? Como é que se sente?”
Sim, vou esperar… mas como?
Vou tomar um ADT!

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