Faz hoje 8 dias, estive mais uma vez na Zé dos Bois. Fui ver, ouvir e fotografar, os portugueses “The Allstar Project” e “Bypass”. Ouvir, tenho ouvido na hi-fi cá de casa, porque adquiri há tempos o seu primeiro disco, os Allstar. Visto e fotografado ainda não, sendo certo que dos “Bypass” nem noticia tinha. Ok, sou um indivíduo desinformado, é certo, mas quase sempre por convicção. Não quero estar informado. Detesto informação, sobretudo a que me querem dar os jornais, TV e rádio cá do burgo. A informação transmite-me medo, ódio, terror, destruição, para já não falar das tropelias governamentais e da politiquice de sarjeta dos nossos “amados” “políticos”, que fazem os da antiga Grécia dar voltas na tumba. Acresce que passo muito melhor sem esse tipo de preocupações e escândalos. A teoria, que não é nova, é a de que “aquilo que não, sei não me preocupa”.
Dito isto e avançando na prosa, lá fui até à ZDB de mochila às costas. Os que conhecem o local sabem que se pode passar ali um bom bocado, apesar de ser desconfortável. É desconfortável e os empregados julgo até que são antipáticos, mas não tenho a certeza, por isso não levem em consideração estas palavras, porventura a despropósito. Estejam apenas atentos se por lá passarem…
Depois de trocar uma curtas palavras com o “Sawyer”, guitarrista do Allstar, penetrei no breu da sala de espectáculos que, cuidei eu, mal, que com o início do concerto se iluminasse um pouco mais. Pensamento estúpido, claro. Não só o ambiente não clareou, como se tornou ainda mais sombrio. Apesar da falta de luz poder ser propositada, ideia que mais tarde amenizei um pouco ao ouvir os músicos pedir mais luz, o facto é que não tinha qualquer tipo de estética subjacente: a luz da ZDB é aquela e mais nenhuma, e portanto, não teve piada. Ler o resto desta entrada »

