Arquivo para 2008

Calendário Pirelli 2006

Por acaso já viu o calendário Pirelli 2006? Falha grave se não o fez.
Por isso anda perdido nos dias e com a sensação de que o tempo não tem fim.
Não perca reuniões importantes, nem negócios de excelência e muito menos boas fotografias, por falta de um calendário.
Clique na imagem, vá até ao site oficial e tome nota!

Originalmente publicado em 2006-01-09 14:42:23. Republicado por Old Post Promoter

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MORREU OU NÃO MORREU? Novas imagens dissipam dúvidas sobre a autenticidade da famosa foto de Frank Capa.

Enquanto simples admirador da fotografia, esta imagem de Capa sempre foi para mim um tremendo murro no estômago, por se tratar de um momento único e tragicamente funesto. A morte em directo, num tempo em que as televisões ainda não nos despejavam casa adentro o que de mais lúgubre e de besta tem o ser humano.
Enquanto estudante de fotografia e praticante da arte, também tive oportunidade de discutir a problemática ou a dicotomia entre fotógrafo e ser humano, que no caso, aliás, não se coloca, a não ser que capa tivesse, para salvar a vida de Federico Borrel colocado de lado a máquina fotográfica e levado ele próprio com o balázio do franco atirador marroquino. Como não o fez, prestou um serviço à humanidade trazendo para a ribalta como se pode morrer numa qualquer colina quando a racionalidade dos homens é colocada numa gaveta.
Também a identidade do falecido foi ciclicamente posta em causa. Afinal quem é este homem e qual a sua verdadeira identidade?
O documentário La Sombra del Iceberg, rodado por Hugo Doménech y Raúl M. Riebenbauer, demonstra através de documentos e testemunhos que a identidade deste soldado não era afinal um dado tão certo quanto se queria fazer crer.
O melhor, contudo, é lerem o que “El Pays” escreveu sobre esta questão AQUI e vejam se tiram algumas conclusões.

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Presidenciais. O quê? O que é isso?
O Desemprego. Como?
O lixo na rua. Hã?
Lançar beatas, invólucros de tabaco, garrafas de água, cassetes (CD ainda não vi, sou sincero) do veículo em andamento. Who cares?
O efeito estufa. A estufa fria? Get out of here!
A questão do momento a que urge dar resposta, sob pena de colapso nacional, de incremento significativo das nauseas e mal estar geral (género gripe), das depressões e, por tal motivo, das ausências ao trabalho, é “QUEM MATOU O ANTÓNIO?”!

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Originalmente publicado em 2005-12-20 01:26:11. Republicado por Old Post Promoter

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Quando os STEPPENWOLF usaram no tema “Born to be Wild”, a expressão “heavy metal thunder”, jamais imaginariam que, neste nosso Portugal, também o viesse a haver, o HEAVY METAL, bem entendido.

LOSTLAND Fez ontem uma semana (sim, a esta hora 3.11 da manhã já não é Sábado, é Domingo) que decorreu a primeira (digo primeira porque espero sinceramente que se repita por muitos e longos anos) edição da MARCH OF METAL FEST. Uma noite dedicada ao HEAVY METAL clássico (como se houvesse outro), todo sonorizado por bandas nacionais: LOSTLAND, ARTWORX, DAWNRIDER e MINDFEEDER. Os GARGULA não puderam estar presentes devido a problemas de saúde do seu vocalista, ícone no metal nacional e antiga voz dos saudosos ALKATEYA. Daqui vai o desejo de rápidas melhoras para o João.
A industria discográfica nacional, a “major” anda, naturalmente, muito distraída do panorama musical nacional. E não só na área do METAL. Por isso as “indie” vão fazendo o seu papel e editando bandas que, apesar do seu excelente som e da preserverança com que estão aposARTWORXtadas em manter viva a chama do METAL, muitas das vezes tocam apenas pelo gozo que isso lhes dá, sem que financeiramente atinjam níveis que por certo desejariam. Mas aí pode estar o interessante da coisa: tocar pela partilha, pelo prazer, pelo “amor à camisola”. E daí só pode sair efectivamente o que se sente, sem cedências a editoras, tendências, ou o que quer que seja, que demasiadas vezes avilta a pureza do trabalho dos artistas, seja qual for a área de onde são oriundos.
Para lá dos GARGULA, não tinha ainda ouvido, senão no “myspace”, nenhuma das bandas que iam mostrar a sua valia no palco do cine-tDAWNRIDEReatro de Corroios, que há muito se tornou a capital da música mais pesada, que por cá passa.
Fui lá para fotografar e ouvir, já se vê! Estas são unha com carne para mim. E Por sugestão do João e aceite pelo Léo dos MINDFEEDER, tornei-me no “fotógrafo oficial” do evento. Espero não tê-los desiludido. O Léo foi o homem por detrás do festival, oficialmente, MINDFEEDER PRODUÇÕES e há que dar-lhe os parabéns, porque, de facto, a festa correu mais do que bem e penso que quem lá esteve não deu por mal empregados os 5€ que deu à entrada: foi muito por tão pouco.
As estrelas da noite eram os DAWNRIDER! Por imposições de calendário, digo eu, estes que deveriam subir ao palco em último Ler o resto desta entrada »

Originalmente publicado em 2008-05-11 04:07:03. Republicado por Old Post Promoter

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Fazer download do catálogo
“Do sonho - um sonho antigo de Paco Bandeira, induzido por Artur Bual, Francisco Relógio e Mário Cesarinny (que teria por catalizadores a expertise e o know-how, o talento e o empenho de António Inverno e Eduardo Nascimento) - partiu-se para a aventura criativa de um projecto cultural interdisciplinar, aglutinador e promocional das Artes Plásticas e Visuais, das Artes Poética, Musicais e Performativas (como soe dizer-se). …e esta aventura criativa tomou forma, aqui (nos Foros do Cortiço), um pólo de convivialidade, um centro cultural em gestação (que congrega já a cooperação autárquica dos Municípios de Montemor-o-Novo, Vendas Novas, Évora e Portalegre), afirmando a sua realidade em progresso - sob a forma responsável, alegre e viva de manifesto - nesta II Colectiva de ARTE NA PLANÍCIE.
Por isso e também porque integra uma homenagem imperativa, ao grande pintor Manuel d’Assumpção, ela é - ainda e, sobretudo! - a demonstração radical de quem acredita que todos os 1.000′agres são possíveis, quando e se as expectativas são genuinamente inspiradas pela Poesis, autenticadas pela força da convicção, animadas pela acção, em nome da Vida, com o sentido colectivo, gregário e unívoco da Amizade!
Esta é uma colectiva de facto consumado, uma iniciativa da Liberdade-sem-fronteiras, da criatividade assumida na plenitude do visível e do táctil, na diversidade actual aqui assumida, latu sensu, sob a “forma da fala humana”.
O significado e a expressividade representativa desta mostra monumental, evidencia-se e torna-se absolutamente eloquente, na pluralidade de expressões, sensibilidades e linguagens, das centenas de obras aqui expostas, de 118 autores portugueses e (na versão deste ano) 6 galaicos: 92 Pintores (de entre as quais algumas masterpieces de mais de duas dezenas de pintores históricos, seniores e jubilados da Arte Portuguesa Contemporânea, na charneira dos sécs. XX/XXI), 22 Escultores (iniciados, profissionais e de carreira), 10 Fotógrafos (inovadores da imagem do simbólico e da arte-ensaio).Trabalhos expostos
Estas não se pretendem referências strictu sensu estatísticas, apesar de outro qualquer propósito, de recensão nominal, ser, no âmbito deste texto, obviamente prematuro, desajustado e, porventura, elementarmente absurdo.”*
(*Texto retirado do catálogo)

Nesta exposição estão patentes trabalhos da minha série “Miopia”, que podem ver na Galeria. Para fazer o download do catálogo, clicar na primeira imagem.

Originalmente publicado em 2006-04-08 22:37:30. Republicado por Old Post Promoter

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Fotografia ♦ Photography
Fotografia e Textos de © Arlindo Pinto, excepto onde indicado.
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