27
Novembro
2007
O segundo livro e o primeiro romance de Julieta Ferreira, é de leitura obrigatória para quem aposte nos novos autores nacionais, de qualidade. A Julieta é capaz de uma escrita de nível superior, mas sem dificuldades na leitura. Brilhantemente simples, diria. Simples e bela. Uma escrita feminina, erótica por vezes, que tem como destinatários homens e mulheres dispostos a conhecerem melhor o sexo oposto. Se não lerem ficam a perder…
Além do mais, este livro tem como autor da capa (concepção e fotografia) este vosso amigo, o que só por si acrescenta à obra um valor que, modestamente, classificaria de incalculável!!!
Para aguçar o apetite, aqui fica a bem escrita sinopse que acompanha o livro:
Marta é uma mulher diferente. Distinta do comum dos mortais, pela forma como conduz a sua vida e, contudo, igual a tantos, ao procurar resposta para a eterna questão: o que é o amor?
Constantemente debatendo-se com a sua identidade, abafa no sexo descomplexado a angústia da sua existência. Soma conquistas como se de uma predadora se tratasse. É honesta nas suas convicções e nos seus sentimentos. Reflecte sobre problemas sociais, desprezando a hipocrisia daqueles que transformam em tabu alguns dos assuntos que se prendem com o lado animal do Homem.
De entre as suas amigas, algumas preocupadas com a sua maneira de ser e estar, Marta é a que consegue transformar em falácia o desabafo de muitas mulheres que, tal como ela, procuram o amor, mas nada fazem para o encontrar, esperando que um dia lhes bata à porta e que persistem em afirmar que “os homens são todos iguais”.
Marta passa pela vida, questionando-se e questionando os homens com quem se relaciona: Pedro, Eduardo, João… Que procura ela em cada um deles? Com qual destes homens pode ela encontrar-se?
João é o único a não reclamar sexo, mas apenas amizade, conhecimento mútuo; algo mais do que uma experiência sexual inócua, apenas por puro instinto. Talvez esteja aqui o amor, que Marta procura e assim conheça a sua cruzada um ponto final. Ou não!
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26
Novembro
2007
O verão foi longo! O frio chegou finalmente e com ele, as saudades do Verão. É mesmo assim. Como disse o António: “Eu só estou bem aonde não estou!” No Verão queria frio e no Inverno calor. Tudo isto parece contraditório. Mas como também disse o Sartre: “Viver é estar em contradição!” Esta é das melhores máximas que conheço e safa-me sempre que entro em antinomia, como, aliás, deve ter desembaraçado o Jean Paul, em situações semelhantes e sempre que não queria ser confrontado pelos seus interlocutores, armados em letrados perante tão grande vulto da escrita e da filosofia.
Com ou sem contradições, o facto é que o frio chegou e com ele, além das saudades do Verão, o resultado do que por ali fizemos ou deixámos de fazer.
Como vos disse, quando vos escrevi do ALLGARVE, a coisa não está para folias, de modo que por cá fiquei, para conhecer mais do tal “Portugal desconhecido, que espera por nós!”.
Da passagem pelos locais ficaram umas quantas fotos, prova inequívoca (?) de que lá estive e que me ajudarão a recordar o facto, quando o Alzeimer atacar em força…
Na Galeria 70-200 podem ver algumas dessas fotografias. Locais tão conhecidos como Vilamoura ou Tavira, mas também de outros, mais interessantes de um certo ponto de vista, como Sintra e até outros menos badalados, como Marialva, Castelo-Rodrigo, Lousã e Peniche.
Para já são estes os locais cuja visita fotográfica vos proponho.
Em rescaldo de fim de Outono, haverá ainda tempo para deixar fotos de duas belíssimas aldeias portuguesas: Monsanto e Castelo-Novo. Mais tarde, porém.
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7
Novembro
2007

O Instituto de Meterologia promove, até 31 de Dezembro, um concurso de fotografia subordinado aos seguintes temas:
- Tema Nuvens;
- Tema Fenómenos Meteorológicos/Climatológicos Severos.
Costuma dizer-se que “Quem anda à chuva, molha-se”. Molhem-se vocês também…
Aqui a ficha de inscrição e regulamento.
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5
Novembro
2007

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase “Gostosuras ou travessuras”, exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração.
Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, celebrado entre 30 de Outubro e 2 de Novembro e marcava o fim do verão (samhain significa literalmente “fim do verão” na língua celta).
O fim do verão era considerado como ano novo para os celtas. Era pois uma data sagrada uma vez que, durante este período, os celtas consideravam que o “véu” entre o mundo material e o mundo dos mortos (ancestrais) e dos deuses (mundo divino) ficava mais ténue.
O Samhain era comemorado por volta do dia 1 de Novembro, com alegria e homenagens aos que já partiram e aos deuses. Para os celtas, os deuses também eram seus ancestrais, os primeiros de toda árvore genealógica.
Fonte Wikipédia
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