Arquivo para 2006


A Juliette, como sabem, é actriz e conta já na sua carreira com inúmeros titulos, vejam aqui. Agora deu-lhe para o rock’n'roll e deu-lhe forte. Vai-te a eles miuda…
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Por outro lado, a estas aqui já lhes deu há muito tempo, mas não menos forte. São giras como tudo e mesmo se um tipo não for à bola com o rock’n'roll, vai à bola com elas… Eu ia a todo o lado, até ao inferno… até porque lá é quentinho, segundo se diz.


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(Atenção: no texto abaixo é usada linguagem vulgarmente reconhecida como calão e obscena. Seria socialmente correcto não o fazer. Mas eu não sou hipócrita, nem bebi chá em criança. Apenas café que me excitou suficientemente o cérebro, não só para dizer estas besteiras, mas também para saber que todos o fazem, ainda que digam que não. Fingimento inaceitável e moralmente reprovável. Se a linguagem da natureza citada o (a) choca, ou se é menor, peço-lhe encarecidamente que não leia o texto abaixo. Se o fizer e não estiver em sintonia, seja ela FM ou OM, não diga que não foi avisado(a) e enxovalhe depois o autor e o citado, fazendo comentários à impropriedade da linguagem e da falta de educação dos mesmos, correndo dessa forma o risco de estar deliberadamente, e por culpa própria, a difamar pessoas de bem, que podem perfeitamente pôr-lhe um processo em cima, ou em baixo, como mais lhes aprouver.)
Andava eu de volta da limpeza e arrumação da garagem, deitando fora vestígios do meu passado, duvidoso ou não, quando por entre um trago de gin tónico bem frio (que as limpezas requerem calma e descontracção etílicas) e um tema - The Hunter - dos Free (uma das maiores bandas rock que o planeta já conheceu), quando inopinadamente deparo com um dos livros que mais marcas deixou na minha pouco sóbria juventude. Nada menos de que o “Manifesto” de Ricardo Figuinha, uma “proposta de anarquia corporal, sem erva, sem ácido, sem nada”, algo de que considerando o conteúdo tenho sérias dúvidas,
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[O texto abaixo (o Rock) usa palavras obscenas. Se tem menos de 18 anos não leia sff.]
Rock, além de filho de Elvis, já defunto, era e é um filho da terra. Emigrado por alguns anos, a ela voltou saudoso, por certo, do vinho que outrora Elvis cultivara e que Rock nunca deixou de amar. Fazia, aliás, questão de viver intensamente essa paixão. Outras houvera é certo, mas manteve-se sempre celibatário. O vinho, esse, jamais o abandonou. No entanto, de quando em vez derivava para outros territórios mais etílicos até: as bebidas brancas, as cor de caramelo, as vermelhas, as verdes, etc. Nesta matéria, Rock revelou-se sempre um homem de carácter que, fiel aos seus princípios vinícolas, não desprezava as concorrentes de maior graduação. Além do álcool, sisma herdada de Elvis que dele faleceu transportando em si não um fígado mas tão só uma pequena isca, apenas o seu fiel amigo, de que não recordo o nome, com o qual durante a madrugada por vezes se fazia acompanhar, exibindo com frequência o bilhete de identidade do animal, era seu fiel amigo.
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Neil Young - Everybody Knows This Is Nowhere - 1969
Fotografia: Frank Bez
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New York Dolls - New York Dolls - 1973 Fotografia: Toshi
Tags: Glam Rock, New York Dolls
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Nas estepes a vida dos homens era terrivelmente dura. As lutas fratricidas que opunham os clãs, ceifavam vidas sem que nisso se vislumbrasse algum sentido, que não fosse apenas a demonstração da superioridade de uns sobre os restantes. A maior dificuldade nas estepes era conseguir atingir uma repousada velhice. Os homens morriam jovens e muitas das crianças dos clãs em guerra eram chacinadas pelos antagonistas, antes de poderem sequer dar os primeiros passos, evitando desta forma que o inimigo cultivasse novos guerreiros e desmoralizasse perante os filhos esventrados ou à vista dos seus crânios cravados em toscas estacas de madeira à entrada das aldeias saqueadas.
Os líderes do povo Segomo suportavam investida atrás de investida na esperança de suster os Tutates até à chegada de Nuada. Nuada não passava de uma lenda contada de geração em geração, mas em que os Segomo acreditavam piamente. Era esta crença o único sustento da sua cada vez mais parca esperança, de que um dia os anjos negros dos Tutates pereceriam às mãos deste guerreiro celta nascido no coração da montanha, para empunhar uma espada talhada a ferro e fogo pelo ferreiro da aldeia e que dizimaria sem piedade os que se lhe opusessem, com o único intuito de unir todos os povos das estepes numa grande nação pagã. Ler o resto desta entrada »
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