Acida e velozmente penetro a
brancura exígua da
casa de banho antiga.
Ajoelho em oração.
Um sanitário mais onde, escuros e inertes,
jazem os restos de um dia sem qualquer coisa e
agradeci.
Sacrifico Sebastião.
Inicío o ritual.
Imagens, imaginário e tudo o mais concreto,
passa interurbano.
“Flash”… e visiono o incendiado Império de D. Henrique,
onde a nau chama a Oriente e a África não tarda de
sexo e abraços com marinheiros sedentos de terra quente e
sangue dos infiéis que estatelam o crânio envolto
na terra árida do Norte. Ler o resto desta entrada »

