Há momentos em que um homem tudo o que tem são os seus amigos.
Houve momentos em que tudo o que eu tive foram os meus amigos.
Haverá momentos em que tudo o que eu terei serão os meus amigos.
São muitos, mais dos que agora consigo recordar.
Aqui fica um abraço sentido a todos os que, quando alguns me calcavam e cuidavam que batesse no fundo, por mim fizeram o que eu espero nunca ter de fazer por eles. Mas farei se for necessário.
Fizeram-me acreditar que tudo é possível… se nós quisermos! E que sim, que é verdade que quando morre uma andorinha não acaba a primavera. Há mais andorinhas… e mais bonitas!
Respeito!
Adelaide V, Ana C, Ana V, António C, Aristides C, Augusto D, Augusto G, Catarina C, Elenice, Ema L, Fabricio B, Faisca, Fátima C, Fátima V, Fernando, Helder C, Horácio C, Inácio F, João M, João N, João R, João V, Joaquina P, Jorge C, Liliana G, Luís A, Luís A, Maria B, Mariana, Norberto, Nuno G, Patrícia B, Patricia M, Sara C, Sérgio S, Teresa G, Tó Zé, Zé Tó e Vítor F.
E do lado de lá da vida, onde quer que estejam: Maria Floripes e Luís Cerejo.

