Arquivo para 27 de Março de 2006

Hoje marca o início do fim! Ao iniciar estas linhas estava inclinado para o lado da prosápia deprimida e deprimente. Depois pensei: “foskinsmiths (o word não reconhece esta palavra, não sei porquê), estou farto disto, não se fala mais no assunto.” E assim foi! O “foskinsmiths” trouxe-me logo à ideia as noites passadas no quarto feito sala de fumo/discoteca/cozinha do “M”. A coisa era bastante simples: depois do jantar, hábito que se mantém (“old habits die hard”), todos nos reuníamos num dos bares da vila, hoje cidade (não se sabe ao certo porquê), para o café da ordem, que aconchegasse o estômago satisfeito do jantar onde o coelho bravo ainda pulava. Nunca tive o vício do cimbalino, da bica ou do café. Sempre preferi uma cerveja após o vinho do jantar. Caía-me melhor e ajudava a esclarecer as ideias e a abrir horizontes para a noite que se aproximava. Café, ou o que quer que fosse, tomado, percorríamos as ruas numa procissão pagã, entrando e comungando em todas as portas que o divino Baco mantivesse abertas pela noite dentro. Lamentavelmente, a edilidade não compreendia e continua a não o fazer, a devoção dos adolescentes no limiar da idade adulta, prestes a entrar num mundo desconhecido de rotinas, truques, desonestidades, manhas e artimanhas (tudo para conseguir flutuar), na divindade romana e, ainda a noite dava os primeiros passos, já os templos se fechavam e, para evitar a identificação policial por beber fora de horas e pedir dinheiro ao progenitor para pagar a multa no posto local da GNR, a solução eram as capelas privadas. Para quem está de férias no interior esquecido e ostracizado deste país Ler o resto desta entrada »

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