Ainda hoje há quem reclame, sobretudo nos fantásticos USA, ter visto Elvis vivo, não sei se actuar ou não. Na Europa não há notícia de tal avistamento. Em Portugal, para lá dos pastorinhos de Fátima, cujo santuário vai passar a ser gerido directamente pela Santa Sé, por via das coisas, muito menos. Os que não o viram crêem absolutamente nos que afirmam tê-lo visto. Eu não o vi! Ainda. Digo ainda porque acho que um destes dias o vou ver, aperaltado com o seu fato de gola alta adornado de brilhantes e lantejoulas ou lá o que é que eram. Há quem diga que a gola alta era para esconder o surro do pescoço. Elvis era homem de pouca higiene, dizem os que sabem, salvo se a confusão desta manhã dominical me atraiçoa e falo de outro Elvis, o pai do Rock. Este, Elvis por alcunha e não por nome de baptismo aos olhos do Criador.
Eu não sei se o Elvis está vivo. Sei apenas que o Elvis, pai do Rock, está morto e era coveiro. Não consta, contudo, que tivesse sido ele próprio a cavar a sua sepultura, mas corre à boca cheia no povoado que foi a bebida quem lha abriu. Não interessa.
O que eu sei é que, pelo menos eu vi, o deus da guitarra está vivo. Numa brecha do tempo, entre um poste de iluminação Ler o resto desta entrada »
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