Anteontem juntei-me, forçado, confesso, à carneirada.
Ao redil que no final da semana visita, sôfrega, as catedrais do consumo. E logo no pior dia: sábado.
Pensando bem, hoje nada tem de invés em relação ao dia transacto. Apenas a dimensão: uma casa maior, uma catedral. Por ali erram, sem destino, um número indeterminado de seres, em busca do sentido da vida. Para tanto, melhor seria dar uma olhada à fita dos Monty Python. É muito mais esclarecedora. Mas não. Vão para admirar as montras, os expositores e para se entreolharem. Como se fossem ao museu. Razão tinha o Andy Warhol.
Até ao local caminham em fila, logo após o almoço, e buzinam-se mutuamente na aflição de chegar antes de qualquer um e poder acomodar-se naquele lugar ideal, à porta da sacristia. Muitos preferem comungar na Ler o resto desta entrada »

