Trabalho, médicos e “Donna Cona”
Colocado por: Arlindo Pinto em Diário Ocasional, Word of Mouth
O dever determinou que ficasse em casa todo o dia. Honrosa excepção feita à ida ao otorrinolaringologista. Desde há uns dias que um zumbido me não larga o ouvido direito. Passei a transportar, diariamente, na minha cabeça, uma estação televisiva, depois da hora de fecho. Bom, não sei se actualmente as televisões fecham. A minha desliga, as outras não sei. Não é fácil transportar uma televisão dentro da cabeça. No meio da desgraça e bem à portuguesa, acabei por ter sorte. É. Não conseguiria sobreviver a uma televisão em horário nobre. Seria incapaz de suportar tanta asneira congregada. Suportaria com dificuldade a associação de malfeitores da língua, que legenda tudo o que é estrangeiro, com um português de quem não passou do 1º ciclo. Grave, grave é que não há quem ponha termo à actividade destes “serial killers” da língua de Camões. Aliás, Camões e eu temos muito em comum: ele cego e eu com Ler o resto desta entrada »

