Arquivo para 7 de Janeiro de 2006

The Motels- Closets & bulletsPorque hoje é Sábado, há muitos seres humanos que tomam o seu banho semanal, porque não podem fazê-lo mais vezes ou porque, podendo, receiam danos maiores do que os benefícios para a pele e para o seu odor característico.
Não vou discutir este problema que em certos círculos é tema amiudado de conversa, até porque existem situações diversas, que não cabem nas duas das já enunciadas categorias: há, p. ex., o banho, alternado com o gel ou água fixante, um dia um, outro dia outro.
O que eu sei é que há um motel em Oeiras. E que Oeiras me traz à memória o tempo de estudante liceal e o final dos gloriosos (ou não) anos 70. Mas melhor do que isso, a fuga às aulas para relaxantes banhos de mar e sol a rodos, ouvindo “The Motels”. É, contudo, bom afirmar que estas ausências não eram planeadas, não havia uma estratégia de fuga ao ensino e dedicação à vadiice. Estávamos ainda longe das aulas de Direito e Gestão. Porque a ideia surgia do nada, da necessidade de extravasar energia, de dar braçadas e ir ver as miúdas, a ausência de trajes de banho apropriados era colmatada pela roupa interior do dia… Ler o resto desta entrada »

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Cathedral-Tree of life and deathEm muitos locais do nosso apostólico cantinho, em virtude do almoço de Domingo, que reúne a família e não dá tempo para práticas religiosas, vai-se à missa ao Sábado. Para a prática do culto, usam-se catedrais, igrejas, capelas e barracões pré-fabricados. Tudo serve para endereçar as preces ao Altíssimo, desde que imbuídos da convicção de que as mesmas não caem em saco roto, que serão ouvidas e terão resultados. Nem sempre assim é, quiçá, por virtude de um problema de comunicações. O governo devia legislar no sentido de obrigar ao uso de banda larga nestas ligações.
Enquanto isso não acontece, podemos sempre usar os métodos tradicionais e esperar que tudo corra pelo melhor: que a doença se vá, que o filho melhore a sua miserável prestação escolar e hábito, socialmente mal aceite, do gamanço, que a filha largue a prostituição e os opiáceos, ou que o tempo não seja bastardo para as oliveiras. Ler o resto desta entrada »

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